terça-feira, 28 de agosto de 2012

A verdadeira razão por que o Bloco de Esquerda (PT, socialistas, esquerdistas, maconheiros, juízes do PT, etc) quer legalizar o consumo de drogas.

A verdadeira razão por que o Bloco de Esquerda (PT, socialistas, esquerdistas, maconheiros, juízes do PT, etc) quer legalizar o consumo de drogas.
http://deveresedireitoshumanos.blogspot.com.br/2012/08/a-verdadeira-razao-por-que-o-bloco-de.html

Grupo protesta contra João Paulo Cunha e Lula em Osasco

Grupo protesta contra João Paulo Cunha e Lula em Osasco
http://opusreformata.blogspot.com.br/2012/08/grupo-protesta-contra-joao-paulo-cunha.html

Vote CONTRA a produção e porte de drogas para consumo próprio

Vote CONTRA a produção e porte de drogas para consumo próprio
http://adolescentecalvinista.blogspot.com.br/2012/08/vote-contra-producao-e-porte-de-drogas.html

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Os Militantes Gays são os Maiores Intolerantes da Atualidade!

Os Militantes Gays são os Maiores Intolerantes da Atualidade!
http://mulherreformada.blogspot.com.br/2012/08/os-militantes-gays-sao-os-maiores.html

O insipiente televisivo

O insipiente televisivo

by O. Braga


«O insipiente de antigamente era aquele indivíduo pouco favorecido pela mãe natureza, quer do ponto de vista físico quer do ponto de vista intelectual, que costumava frequentar a tasca da aldeia, onde os seus cruéis conterrâneos lhe ofereciam bebidas para o embriagar e o levar a fazer coisas inconvenientes e ordinárias. Recordemos que nessas aldeias o insipiente tinha uma vaga ideia de que o estavam a tratar como insipiente, mas alinhava no jogo porque era uma maneira de beber à borla e porque fazia parte da sua insipiência uma certa dose de exibicionismo.
O insipiente moderno, da aldeia global que é a televisão, não é um indivíduo mediano, como o marido que aparece no ecrã a acusar a mulher de lhe ser infiel. É um indivíduo que está acima da média. Convidam-no para participar nos talk shows e nos concursos, precisamente porque é insipiente. Porém,o insipiente televisivo não é necessariamente um atrasado. Pode ser um espírito bizarro (como o descobridor da Arca Perdida ou o inventor de um novo sistema para o movimento perpétuo, que durante anos bateu à porta de todos os registos de patentes e de todos os jornais, e que finalmente encontra alguém que o leva a sério); pode ser também um escritor de trazer por casa que todos os editores se recusaram a publicar, mas que percebeu que mais eficaz do que escrever uma obra-prima, era baixar as calças em directo na televisão e dizer palavrões durante os debates culturais; ou pode ser a bas-bleu da província que encontrou finalmente um político que se dispõe a ouvi-la soletrar umas quantas palavras difíceis a propósito das suas experiências extra-sensoriais.
Antigamente, quando os clientes da tasca faziam o insipiente ultrapassar o limite do tolerável, intervinha o Presidente da Junta, o farmacêutico, um amigo da família, que agarrava no desgraçado e o levava para casa. Hoje, pelo contrário, ninguém leva o insipiente da aldeia global da televisão para casa, nem ninguém o protege, e o insipiente passa a desempenhar um papel semelhante ao do gladiador, condenado à morte para agradar à multidão. A sociedade, que protege o suicida da sua trágica decisão, ou o drogado do desejo que o iria conduzir à morte, não protege o insipiente televisivo; antes pelo contrário, encoraja-o, tal como antigamente se encorajavam os anões e as mulheres com pêlos a exibirem-se nos parques de diversões.
Neste último caso estávamos a falar de um crime, e no entanto não é salvaguarda do insipiente o que mais me preocupa (mas devia existir uma autoridade competente para estes casos, visto que estamos a falar de abuso de incapazes): é o facto do insipiente, glorificado pela sua presença no pequeno ecrã, se estar a converter num modelo universal. Se ele conseguiu expor-se, então qualquer pessoa pode fazê-lo. A exibição do insipiente convence o público de que nada, nem sequer a mais vergonhosa das desgraças, tem o direito a permanecer na esfera do privado, e de que a exibição da deformidade compensa, premeia o seu autor. A dinâmica das audiências faz com que mal o insipiente aparece na televisão passe a ser um insipiente famoso, e esta fama mede-se através dos convites para fazer publicidade, dos convites para festas e reuniões, às vezes até pelas ofertas de serviços sexuais (Victor Hugo já nos havia ensinado que uma bela dama pode perder a cabeça pelo Homem que Ri). O conceito de deformidade deforma-se definitivamente e tudo passa a ser bonito, até a própria malformação, desde que seja elevada à glória do pequeno ecrã.
Lembram-se das palavras da Bíblia? Dixit insipiens in corde suo: Deus non est 1. O insipiente televisivo afirma orgulhosamente: Ego sum 2

--- Umberto Eco, A Perda da Privacidade.

(1) Diz o néscio, no seu coração: “Deus não existe”.
(2) “Eu sou”.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A visão obnóxia de um ateu ortodoxo fundamentalista que, de famoso, é apenas bisneto de Darwin agnóstico!!!

A visão obnóxia de um ateu ortodoxo fundamentalista que, de famoso, é apenas bisneto de Darwin agnóstico!!!

Posted: 16 Aug 2012 09:20 AM PDT

Para quem não sabe, Matthew Chapman é bisneto de Charles Darwin. Mas ele não seguiu os passos do bisavô naturalista. Chapman é jornalista e cineasta e tem aparecido na imprensa nacional graças ao filme “A Tentação”, que entrou em cartaz na sexta-feira passada, nos cinemas brasileiros. Chapman escreveu alguns livros sobre fé e descrença, sempre tentando colocar a suposta razão materialista em oposição à suposta irracionalidade da religião. Isso explica a trama de seu novo filme: um triângulo amoroso e trágico entre o ateu Gavin (Charlie Hunnan), Shana (Liv Tyler) e seu marido religioso Joe (Patrick Wilson). Com seu filme, o cineasta não quer apenas entreter; seu objetivo é discutir, mais uma vez, fé e razão – ou pelo menos o que ele entende sobre essa discussão.

Em entrevista concedida ao portal UOL, Chapman explica que, com “A Tentação”, ele  quis fazer um thriller sobre os dois lados opostos da fé americana. Ele diz que um “é secular, sofisticado e educado e outro, que é bíblico, homofóbico, subjuga as mulheres e acredita que o Universo só tem dez mil anos de idade. E tem muita gente que acredita nisso nos EUA”. Note como a visão de Chapman é preta e branca, totalmente maniqueísta. Para ele, de um lado, estão os sofisticados e educados secularizados e, de outro, os religiosos homofóbicos, machistas e que acreditam no relato bíblico. Nada mais errado. Há gente secularizada que só pensa em consumo e diversão, explora pessoas a fim de alcançar seus alvos e não está nem aí para o bem-estar do próximo. Assim como há religiosos (eu diria que a maioria) que repudiam a homofobia (embora discordem do estilo de vida homossexual), o machismo e a violência de modo geral. (Detalhe: poucos criacionistas acreditam que o Universo tenha apenas dez mil anos.)

Chapman diz ainda que, “se a única coisa que está impedindo você de matar uma criança é porque Deus mandou você não fazer isso, você é maluco”. Mas eu pergunto: E se o motivo for o puro amor desinteressado implantado por Deus no coração humano? E o que dizer de religiosos que não apenas não matam crianças, mas dão a vida por elas? Chapman se esquece, como muitos outros ateus, de que os regimes comunistas ateus levaram à morte muito mais gente – crianças inclusive – do que distorções religiosas como a Inquisição, as Cruzadas e o terrorismo.

Para o bisneto de Darwin, “é óbvio que você não deve matar uma criança, você não precisa de que alguém lhe diga isso”. Bem, ele devia ter dito isso – se pudesse, claro – para os espartanos que assassinavam crianças com defeitos e para os pagãos cananeus que as queimavam nos braços de um deus de metal oco e incandescente. Parece que para esses (e outros) o assassinato de crianças não era tão erradamente óbvio assim.

Chapman prossegue: “Se você analisar sociedades com menos envolvimento religioso, como Suécia e Escandinávia, os países tratam seus cidadãos melhor do que países como Irã, Iraque, Paquistão e Afeganistão, que fazem coisas atrozes às pessoas, a mulheres, crianças, artistas e homossexuais.” Já deu para perceber que o cineasta gosta de extremos e ignora todo um espectro mais complexo.

O repórter do UOL perguntou a Chapman se ele acredita que o problema é a religião em si ou o fundamentalismo religioso, e recebeu como resposta o seguinte: “Admito que no fundo eu acho que é a religião em si [essa é a questão dele]. Mas obviamente há tipos diferentes de religião que tem efeitos melhores ou piores nas pessoas. Há um autor chamado Sam Harris, que escreveu um livro chamado A Morte da Fé. Ele é ateu e diz que o ateísmo é apenas esclarecer as coisas para que você possa ter conversas melhores. Em outras palavras, há problemas reais como pobreza, maldade humana, crueldade, além de problemas planetários, como aquecimento global. Existem problemas reais. E você não pode achar soluções para eles se você ainda está falando sobre visões que começaram há dois mil anos. Que a Terra é plana [nada mais falso, de novo], homossexualidade é um pecado, mulheres adúlteras devem ser apedrejadas, isso é tudo tão primitivo que impede nosso avanço.” Curiosamente (e Chapman parece ignorar também isso), as maiores ações humanitárias que visam a resolver “problemas reais” são promovidas justamente por movimentos religiosos. E agora?

A certa altura da entrevista, o cineasta revela sua maior preocupação: “O motivo que me dá muita vontade de falar sobre ‘A Tentação’ para o Brasil, afinal eu conheço o país muito bem, é que vocês tem um crescimento muito grande de fundamentalistas cristãos e evangélicos e eu acho que isso é algo [com] que é preciso tomar cuidado, para que eles não ganhem muito poder.” Note como ele aponta a arma para os “fundamentalistas” cristãos brasileiros – termo cada vez mais associado aos cristãos que creem na literalidade do relato bíblico da criação. Acho que vou comprar um colete a prova de balas...

Chapman acha que o Brasil está no caminho certo, progredindo em várias áreas, mas ressalva: “Seria uma pena permitir que o fundamentalismo cause um retrocesso. Seria muito triste.” Falta pouco para a opinião pública em geral – incendiada por gente como Chapman – culpar os “fundamentalistas” pelos retrocessos e mazelas da sociedade.

Sobre o filme, ele diz que pediu para o ator Patrick Wilson “ler muito a Bíblia”. “Eu falei para ele de pessoas que eu conheci, o personagem dele é baseado principalmente em uma pessoa que eu conheci no Tennessee. Eu quis que ele chegasse em um nível que ele olhasse para alguém e dissesse ‘ao menos que você faça o que eu faço, você vai queimar no inferno para sempre’. E para chegar a esse ponto e sentir isso de forma tão forte é muito difícil. Eu ajudei, mas ele é um ator brilhante.” Azar o de Chapman (e dos que vão assistir ao filme) que ele não tenha se deparado com um verdadeiro cristão. Azar de todos que o cineasta tenha feito mau jornalismo e tomado o todo pela parte. Quem disse que todos os cristãos pensam como o arremedo que ele conheceu? Quem disse que o personagem de Wilson representa o cristianismo?

Segundo Chapman, depois de assistir ao filme, muitas pessoas nos Estados Unidos o procuraram e disseram que conheciam alguém como Joe (personagem fanático interpretado por Wilson). “Muitas mulheres falaram que se encorajaram muito com o personagem da Liv Tyler, porque viveram com um homem como Joe e disseram que era muito difícil escapar”, disse ele. Realmente, casar-se ou estar casado com um fanático (religioso ou ateu) deve ser “barra” – qualquer fanatismo atrapalha qualquer relacionamento. Mas e o que dizer das pesquisas segundo as quais os casais religiosos são os mais felizes? A verdadeira religião bíblica equilibra a vida, pois influencia igualmente os aspectos mental, físico, emocional e espiritual. A prática da verdadeira religião é uma bênção para os relacionamentos, pois enfatiza o amor altruísta, o respeito e a mútua submissão de um cônjuge ao outro e de ambos a Deus.

Sei não, mas acho que Chapman é mais darwinista que o próprio bisavô! Mas uma coisa é certa: o bisneto foi mais longe que seu antepassado – Darwin era agnóstico (não tinha posição exatamente definida sobre Deus), Chapman é ateu (portanto, já decidiu crer na descrença e pregá-la). Esses netos...

Michelson Borges
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NOTA DESTE BLOGGER:

Pela primeira vez neste blog publico a réplica de alguém de subjetividade religiosa fugindo à política editorial deste blogger. Explico. Há um crescente ódio sendo veiculado em todas as mídias contra os de subjetividades religiosas. Este comportamento, não somente contra os religiosos, é repudiado por cientistas de renome como Massimo Pigliucci - The Community of Reason, a self-assessment and a manifesto.
Foi esta reação de Pigliucci que me motivou publicar a defesa de um crente de subjetividade religiosa. Assim como Dawkins, Chapman é PROFUNDAMENTE IGNORANTE da História da Ciência e do STATUS EPISTÊMICO das especulações transformistas de seu bisavô Darwin.

Vade retro, ateu, que a ciência não privilegia nenhuma ideologia!!!
Fonte: Desafiando a Nomenklatura Científica - http://pos-darwinista.blogspot.com


Divulgação:
http://cultura-calvinista.blogspot.com
http://metodologiadoestudo.blogspot.com
http://direitoreformacional.blogspot.com
http://biologiareformacional.blogspot.com

VÍDEOS INTELIGENTES:
http://academiaemdebate.blogspot.com