Uma das razões por que não falei ainda aqui do problema da Síria, é a de que me parece que existe uma estratégia concertada pela administração Obama, em conluio com a agenda globalista plutocrática, no sentido de levar a instabilidade política ao Oriente Médio, e a qualquer preço. E a razão por que a Rússia tem colocado reservas à política obamista em relação ao Oriente Médio, prende-se também com a percepção de que existe uma promiscuidade política entre Obama, a agenda radical internacional de Esquerda, e a plutocracia globalista que controla hoje a ONU.
Este artigo revela as ligações perigosas entre a administração de Obama e a agenda política globalista de George Soros e comandita. Barack Hussein Obama acaba de criar um novo organismo ligado à Casa Branca, com o nome de White House Atrocities Prevention Board, e colocou à frente deste novo organismo a militante radical de esquerda Samantha Power. A principal função desse novo organismo é a de fundamentar, na ordem interna americana e do Direito Internacional, uma doutrina militar globalista que justifique a alteração do estatuto de soberania, que em vez de ser um “direito" dos povos, passa a ser uma “responsabilidade”.
Esta alteração do estatuto de soberania, de “direito” para “responsabilidade”, justificaria qualquer intervenção externa coordenada por forças militares globalistas, o mesmo quer dizer, forças militares norte-americanas — em última análise manipuladas por gente como George Soros. Basta que exista dinheiro suficiente para financiar a agitação política em um determinado país, causando uma reacção repressiva por parte do respectivo governo, para que a nova política globalista segundo a White House Atrocities Prevention Board possa justificar a intervenção militar estrangeira nesse país, alegando a violação dos direitos humanos e a acusando esse país de faltar ao dever de “responsabilidade” inerente ao conceito de soberania.
A Esquerda sempre criticou a ideologia dos neocons de “exportação à força” da democracia burguesa para o terceiro mundo, mas não vejo agora nenhuma crítica da Esquerda à obliteração do “direito” à soberania que justificará, no futuro próximo, e segundo a aliança política de Barack Hussein Obama e George Soros & Cia Lda., qualquer invasão militar estrangeira a um qualquer país do terceiro mundo.
Dou um exemplo muito claro: basta que largas dezenas de milhões de dólares, com origem em George Soros e gente da sua laia, sejam empregues nos Açores para financiar a independência desse território português, para que a repressão em relação ao movimento independentista açoriano seja visto — à luz do novo estatuto de soberania segundo Barack Hussein Obama e George Soros — como uma razão para uma intervenção militar estrangeira em território português.
Na Nova Ordem Mundial, quem tem dinheiro passa a ter o direito de pulverizar as nações, e baseando-se na alteração do conceito de soberania, de “direito” para “responsabilidade”.