domingo, 20 de novembro de 2011

É hora dos cristãos “ocuparem”

É hora dos cristãos “ocuparem”


Ted Baehr
De Nova York a Atlanta, Londres e Hobart, Austrália (perto de onde estou agora palestrando), os marxistas estão engajados num movimento coordenado chamado “Ocupe”. Eles estão buscando apoio da mídia esquerdista para suas iniciativas de promover a luta de classes. Seu mantra é o de que a causa da atual crise econômica são os ricos oprimindo os pobres.
Muitos cristãos assistem a esses protestos no noticiário noturno com desgosto ou entretenimento. Mas eles deveriam vê-los como uma chamada à ação.
No Evangelho de Lucas, Jesus conta uma parábola: “Certo homem nobre partiu para uma terra remota, a fim de tomar para si um reino e voltar depois. E, chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas, e disse-lhes: Negociai até que eu venha. Mas os seus concidadãos odiavam-no, e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós”.
Nós, que somos Seus servos fomos chamados para ocupar em Seu nome até a volta dEle. Devemos proclamar o evangelho e ganhar os perdidos, em preparação para o Sua volta. Devemos ser o sal da terra e luz do mundo. Somos chamados a assumir uma posição mais corajosa do que qualquer marxista. Quando Ele voltar seremos responsabilizados pelo que fizemos e se fizemos o melhor para “ocupar”.
Eu não fui criado em um lar cristão. Meu pai e minha mãe foram estrelas de cinema. Meu pai trabalhava assiduamente na Broadway. Eu mesmo estava profundamente mergulhado em ideias marxistas. Um amigo de meu pai me deu uma Bíblia e desafiou-me a lê-la. Comecei a lê-la com a expectativa de ser capaz de dar ao amigo do meu pai minhas razões brilhantes para rejeitá-la.
Eu não a rejeitei. Ela mudou minha vida. Não apenas um pouco — mas radicalmente.
Para mim, o arrependimento incluiu afastar-me de filmes vis e ajudar a levar “As Crônicas de Nárnia” para a televisão. Isso incluiu ir a um seminário. Isso incluiu dar início à Comissão de Televisão e Filmagem Cristã para levar de volta para Hollywood a defesa dos valores cristãos.
As pessoas acampadas nessas cidades, que apaixonadamente pedem uma guerra contra os ricos, precisam do evangelho. Elas precisam do que eu mesmo recebi. Nem todo mundo que recebe uma Bíblia, nem todos aqueles com quem você compartilha o Evangelho serão transformados. Mas alguns serão.
Aqueles que estão “ocupando” cidades ao redor do mundo não são tímidos ao declarar suas convicções. Eles querem mudar o mundo. Eles querem uma revolução.
Eu quero mudar o mundo. Eu quero uma revolução. Aqui na Austrália, eu estou visitando meus netos. Quero deixar-lhes como legado uma cultura mais cortês, mais cristã. Eu quero ver mais crianças crescendo com um pai e uma mãe que amam a Deus, amam seus filhos e uns aos outros. Eu quero que haja menos vulgaridade e mais cortesia. Eu quero ver as pessoas experimentarem mais a paz, alegria e amor de Deus e menos da lascívia, ganância, orgulho, egoísmo, raiva e a imoralidade sexual de Satanás.
Há uma paixão em mim. Eu não estou acampado numa barraca à procura de câmeras de televisão para que eu possa chamar a atenção de todos, mas eu viajo o mundo para compartilhar o que eu aprendi sobre como educar crianças saudáveis em um mundo inundado por mensagens ímpias nos meios de comunicação.
O mundo vai dar atenção aos marxistas e entregar sua liberdade em favor de burocratas “iluminados” que farão todas as suas escolhas no nosso lugar? Será que eles vão estabelecer novos gulags para punir os ricos e aqueles que decidirem, tardiamente, que eles não deveriam ficar do lado dos marxistas? Tomara que não.
O mundo vai dar atenção àqueles para quem Jesus ordenou “ocupar” até a volta dEle? Será que aqueles a quem Jesus chamou e mandou “ocupar” serão tão corajosos e tão apaixonados como aqueles que são fanáticos por seu marxismo?
A grande crise econômica do mundo não é o resultado dos ricos oprimindo os pobres. Dá para se fazer um argumento muito melhor dizendo que essa crise é consequencia de um mundo que virou as costas a Deus. A cura para os males do mundo não é o governo dando esmolas, socorros financeiros e concessão de direitos. Deveria ser óbvio que os governos do mundo estão falidos demais para expandir ou até mesmo continuar esse comportamento destrutivo. Não dá para se tirar riqueza suficiente dos ricos para dar luxos de classe média para todos na Terra — principalmente quando os meios de comunicação estão incentivando cada vez mais a imoralidade.
O caminho para a sanidade mental e prosperidade é pavimentado com justiça. É pavimentado com trabalhadores e empregadores que colocam Deus em primeiro lugar e que têm coração de servo. É pavimentado com a atitude de abandonar [o modelo] da “família moderna” e restabelecer a família como Deus quis que fosse. É pavimentado com verdadeira compaixão e generosidade — não com a redistribuição forçada da riqueza. É pavimentado com a redenção dos meios de comunicação. Quando mais pessoas em todo o mundo assistirem “Courageous” ao em vez de “Hangover” (1), estaremos avançando na direção certa.
Eu não trabalho sozinho. Tenho um equipe apaixonada e simpatizantes apaixonados. Juntos estamos “ocupando”. Há muitos outros cristãos “ocupando” também, mas há muitos que estão satisfeitos por serem apenas espectadores.
Agora não é hora de ser espectador. A crise econômica poderá se aprofundar muito mais. A Europa está cambaleando à beira do abismo econômico, e os Estados Unidos não estão muito atrás. Os argumentos que os marxistas estão apresentando podem parecer mais tentadores se os governos forem forçados a reduzir concessão de direitos ao mesmo tempo em que mais e mais pessoas exigem direitos. Nós estamos no ponto em que as pessoas olham mais para o governo para receber salvação econômica do que olham para Jesus Cristo. Se você está satisfeito apenas em ficar assistindo para ver quem ganha, você poderá se ver perdendo tudo. Os pobres dos Estados Unidos seriam considerados ricos em muitas partes do mundo. Se você incitar o mundo a punir todos os americanos “ricos”, a carnificina não vai parar com os multi-milionários.
O motor da prosperidade mundial é o capitalismo, e esse motor pode suprir prosperidade para todo o mundo, se for alimentado pelo amor de Deus.
O capitalismo pode ser tão cruel e horrível quanto o comunismo se for abastecido com inveja, ganância e egoísmo. Se for alimentado por Deus, os ricos terão coração de servo e os pobres terão a oportunidade de ouro de sair da miséria. O bolo econômico cresce exponencialmente. A luta de classes impede o crescimento do bolo. Burocratas não eleitos tentam dividi-lo da maneira de acordo com sua “sabedoria”. Eles tendem a dividir o bolo de qualquer forma que os mantenham em posição de autoridade. Eles tradicionalmente começam exterminando os comedores do bolo que eles considerem indignos ou rebeldes.
Não fique satisfeito em simplesmente assistir à história se repetindo. A História tem um enredo magnífico ou horripilante. Escolha o enredo que você deseja para si mesmo, seus filhos e seus netos e “ocupe”. A Bíblia tem enredos de Israel sendo transportado para a escravidão. A Bíblia tem também enredos de líderes chamando Israel ao arrependimento. Israel, assim como sua prosperidade, eram restabelecidos. Espectadores dispostos a assistir à decadência moral estão entre aqueles que serão transportados para a escravidão.
Se você quer algo melhor para si mesmo, seus filhos e seus netos, “ocupe” em nome de Jesus Cristo com o Seu amor e sacrifício para viver o reino de paz em todo o mundo.
Ted Baehr é fundador do Movieguide e membro do The Inter-American Institute.
Publicado originalmente no WND
 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Lembrando as reportagens do Swiss Info sobre os 500 anos do Teólogo João Calvino + (Vídeo) O ano de Calvino (alemão) + (Vídeo) A festa de homenagem a Calvino (2008 - francês) + (Vídeo) Calvino e os 470 anos de adoção da Reforma (2006 - francês)

03. Março 2009 - 09:11

Genebra ignora a atualidade de Calvino


João Calvino contribuiu para a fama internacional de Genebra.
Legenda: João Calvino contribuiu para a fama internacional de Genebra. (Keystone)

Genebra comemora este ano o 500° aniversário de João Calvino, o reformador protestante que contribuiu para a fama internacional e econômica da cidade.


Para muitos, as celebrações programadas não estão à altura do prestígio do teólogo francês e fundador do Calvinismo.


Pelos seus escritos e os discípulos que formou, João Calvino iniciou e favoreceu o esplendor internacional de Genebra, uma notoriedade sob as cores do protestantismo que se prolongou até o século XX, como explica Bernard Lescaze.

"A ligação com Calvino motivou o presidente americano Woodrow Wilson a escolher Genebra como sede da Sociedade das Nações (1919), organização antecessora das Nações Unidas", cita como exemplo o historiador genebrino.

O reformador protestante também não chega a ser estranho à criação da Cruz Vermelha. "Seus fundadores, Henry Dunant e Gustave Moynier, estavam absorvidos pela ética protestante", lembra-se Lescaze.

Lescaze ainda acrescenta: "Genebra como cidade-refúgio também é uma herança de Calvino, um refugiado protestante". A Genebra internacional e humanitária deve então muito ao teólogo francês, assim como ao seu próprio mercado financeiro.


Redes econômicas


"Calvino valorizava o trabalho e aceitava que o dinheiro gerasse dinheiro, uma atitude rara na Europa da época. Isso favoreceu a gestão de fortuna e o desenvolvimento dos bancos privados em Genebra", ressalta o historiador Bernard Lescaze.

O setor também se aproveitou das redes de famílias protestantes que se instalaram na cidade acompanhando os passos de João Calvino.

O reformador protestante também modelou, segundo Lescaze, as instituições da cidade de Genebra até sua revolução em 1789. Dessa contribuição subsistiram o Colégio de Genebra (também conhecido como Colégio de Calvino) e a Academia (1559), que deu origem no século XIX à Universidade de Genebra.


Celebração criticada


A questão é que as comemorações genebrinas não estarão à altura do legado de João Calvino. Pelo menos essa é a opinião do jornal local. Ao se referir às importantes celebrações genebrinas de 1909, imortalizadas pela construção do chamado "Muro dos Reformadores", a Tribuna de Genebra estimou que as comemorações não estão à autura do evento.

Um julgamento que incomoda Bernard Lescaze. Em primeiro lugar, o historiador nota que nenhuma celebração chegou a ocorrer em 1709 e em 1809. Além disso, as comemorações de 1909 em Genebra também ocorreram em um contexto particular.

"Ainda bastante religiosa, a cidade acabava de ter vivido uma espécie de traumatismo com a separação da Igreja do Estado (1907). Nesse sentido, o 400° aniversário de Calvino foi então a ocasião de afirmar que a Igreja protestante ainda estava viva, forte e potente, além de reafirmar sua influência espiritual e moral na sociedade".

"No plano demográfico, os protestantes já não eram a maioria em 1909, mas ainda eram majoritários na esfera política e econômica."


Minoria protestante


Hoje a situação é completamente diferente. "A separação entre Igreja e Estado já não causa problema. Os protestantes representam apenas 22 a 25% da população genebrina e sua influência é ainda menor."

"Quanto à forma que as celebrações tomaram, se acreditava em 1909 na duração e ancoragem na história. Por isso era lógico construir um monumento de custo elevado: o Muro dos Reformadores."

"Hoje vivemos um tempo mais lúdico. As comemorações serão feitas de maneira mais branda, mais dispersa", avalia Lescaze.


Turismo histórico


Essa opinião não é compartilhada por Xavier Comtesse. "Não houve suficientemente reflexão sobre a marca realmente deixada por João Calvino. Essas celebrações são de fato pouco atraentes. É uma ocasião perdida, enquanto um número crescente de turistas quer seguir os traços da história e que nossos contemporâneos estão procura de sentidos", julga o diretor do grupo suíço de pesquisas Avenir Suisse.

A Secretaria de Turismo de Genebra já lançou várias atividades de promoção do ano de Calvino no mundo. "Encontramos um vivo interesse nos Estados Unidos", assegura Militza Bodi, encarregada de comunicação. Mas à oferta turística proposta (um pernoite, uma visita guiada e uma entrada no Museu da Reforma) falta ainda um destaque maior.

Certo, a austeridade do personagem e a aridez das suas considerações teológicas parecem estar a milhas de distância do espírito atual. Como prova, os meios genebrinos da autodenominada cultura alternativa batizaram a sua cidade com o nome de "Calvingrad" para denunciar o fechamento da maior parte dos espaços culturais autogestionados e o clima pesado de uma cidade "limpa e ordeira".


Calvino, o reformador


Porém Calvino também tem sua parte na modernidade. "A ortodoxia calvinista não durou muito tempo. Calvino também é a figura de um homem revoltado, que estabeleceu uma ligação direta entre o crente e Deus. Um espírito que ainda continua a soprar nos Estados Unidos e em inúmeras comunidades protestantes, como no Brasil ou na Coréia do Sul", salienta Bernard Lescaze.

Xavier Comtesse ainda acrescenta: "Poderíamos nos questionar quais as liberdades trazidas por Calvino. Ao escolher o francês (ao invés do latim) para as suas obras, ao favorecer o diálogo direto entre os indivíduos e Deus, Calvino pode ser visto como um libertador. Ele teria adorado a internet."

swissinfo, Frédéric Burnand









domingo, 13 de novembro de 2011

Uma reportagem feita pelo jornalista Humberto Maia Junior, da revista “Época”, estaria tendenciosamente distorcendo suas palavras a fim de ridicularizá-lo.

SILAS MALAFAIA BATE EM REVISTA

Pastor diz que jornalista da Época distorceu sua versão sobre causa


De acordo com o pastor Silas Malafaia, uma reportagem feita pelo jornalista Humberto Maia Junior, da revista “Época”, estaria tendenciosamente distorcendo suas palavras a fim de ridicularizá-lo.

Malafaia revela que concedeu entrevista na tarde desta quinta-feira, via telefone, ao jornalista de “Época”, abordando as questões das construções de mega templos evangélicos e a “baixaria gay para tentar incriminá-lo”, manipulando vídeo.

O pastor relata que utilizou a expressão “funicar” se referindo ao líder do movimento ABGLT com o significado de “ferrar”, “derrotar” e “incriminar”, mas que a pronúncia foi mal interpretada propositalmente pelo repórter, que inseriu a expressão “fornicar”, fazendo gancho para deboches e ironias, já que esta prática é claramente abominada pela Bíblia.

“Disse para ele que eu ia funicar Toni Reis – que é uma gíria, uma palavra vulgar que significa derrotar, ferrar e incriminar – porque meus advogados não são de porta de xadrez, e que eu iria incriminá-lo, que é um direito de cidadania, e estava fazendo isto pelo fato do líder do movimento ABGLT me denunciar ao Ministério Público, a fim de me processar por homofobia, não restando outra saída para me defender a não ser entrando com uma ação na justiça contra ele”, disse Malafaia.

“O jornalista da ‘Época’, Humberto Maia Junior, deturpa a minha palavra, substituindo funicar por fornicar, que segundo o dicionário, significa ter relações sexuais extraconjugais, pecado da luxúria e pecado da carne, palavra tantas vezes utilizada na Bíblia para apontar o ato pecaminoso da fornicação”, ressaltou o pastor.

“Ele (o jornalista) não é inocente porque utiliza a expressão deturpada como título da matéria: ‘Silas Malafaia diz que vai fornicar Toni Reis, líder da causa gay’, e a maldade fica mais explícita porque ele liga para o tal líder a fim de o mesmo debochar e me ridicularizar, como consta no último parágrafo da reportagem”, destacou Silas.

O pastor pede aos internautas do Verdade Gospel para que enviem e-mails para a revista “Época” condenando o que ele chama de “ridícula manipulação” para denegrir e o tornar chacota e deboche dos gays.

Malafaia declara que “o nível de escolaridade de um jornalista não permite a ele fingir que não sabe a diferença entre sentido de palavras”, e ironiza o sentido da palavra alterado pelo repórter: “Eu sou tão bobinho de dizer que vou fazer algo com um gay que eu prego contra, não apenas o ato em relação aos gays, como qualquer ato sexual fora do casamento? É um absurdo e uma molecagem sem tamanho”, finalizou Silas.

Leia abaixo a íntegra da matéria da revista Época:

Silas Malafaia diz que vai "fornicar" Toni Reis, líder da causa gay


Em guerra com militantes da causa gay, o pastor evangélico Silas Mafalaia, da Igreja Vitória em Cristo, disse que vai “fornicar”, “arrombar” e “arrebentar” Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). As declarações foram feitas em entrevista a ÉPOCA nesta quinta-feira, 10. Malafaia chama Reis de “bandido” e “safado”. Diz ainda que vai entrar com queixa crime contra ele por causa da polêmica de um vídeo de 41 segundos colocado no YouTube.

O vídeo em questão tenta associar uma fala de Malafaia a agressões sofridas por um um casal homossexual na avenida Paulista, em São Paulo. Mafalaia aparece no vídeo fazendo a seguinte declaração: “É para a Igreja Católica entrar de pau em cima desses caras, baixar o porrete em cima”. O pastor falava sobre um grupo de homossexuais que, segundo ele, teriam ridicularizado símbolos católicos na Parada Gay de São Paulo. Após essa fala, o vídeo mostra uma reportagem a respeito das agressões contra o casal gay. Toni Reis encaminhou o material ao Ministério das Comunicações e à procuradora geral dos Direitos do Cidadão, Gilda Carvalho, pedindo para verificar se o caso configura incentivo à violência e à discriminação.

Para Malafaia, a edição do vídeo no YouTube é tendenciosa e leva as pessoas a concluírem que ele incita a violência a homossexuais. “Nunca mandei bater em homossexual porque não sou imbecil nem idiota”, afirmou. “Eu vou arrebentar o Toni Reis. Eu não tenho advogado de porta de xadrez (cadeia). A minha banca aqui de advogados é uma das maiores que tem. Eu vou fornicar esse bandido, esse safado.” Em seguida, afirma que “baixaria do movimento gay” é “coisa de bandido” e de “mau caráter”. Depois de citar a queixa crime, diz, sem completar: “Eu vou arrombar com esses...”

Reis ironizou as declarações de Malafaia. “Ele não faz o meu tipo. Não vou deixar ele me fornicar, embora eu goste da coisa. (Para fazer isso) vai ter de me conquistar, mas eu estou muito bem casado com um inglês. Se fizer sem eu permitir, é estupro, atentado violento ao pudor.” Em seguida, sério, Reis lamentou as afirmações do pastor da Igreja Vitória em Cristo. “Isso não é postura de um pastor.”




Data: 11/11/2011 09:00:00
Fonte: Verdade Gospel



Fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=16016

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com